@ tainah negreiros

sexta-feira, 17 de julho de 2009

O que mais me emociona no bumba-meu-boi como manifestação, ou simplesmente quando canção, é quando ele soa como um lamento, mesmo quando o ritmo das matracas e dos maracás chama para dançar.
E quando digo lamento é pelo desejo incontrolável da negra Catirina que quer dizer o sacrifício, ali, quando o cantador diz do boi que olha.

levanta boi e vai
que é pro amo ver
que boi também chora,
também sente dor