@ tainah negreiros

sábado, 28 de julho de 2007

O nome era dela
isso ela não inventou
inventou homens, bichos, crianças
pariu dolorosa
Pariu meninos
guardou segredo

A palavra não encerra o olhar
Apesar da fúria
Fúria doce
Candura
de uma história que não tem fim

a mulher se desculpa
se sente cansada
mas não é triste
é criança
por sorte
por sorte nossa, dela
por sorte
ela não cresceu

3 comentários:

thiago_carrilho disse...

quem é que cresce de verdade? acho que embaixo dessa carpaçã de civilidade somos todos crianças querendo proteção e indulgência...

Sanmya disse...

clara.

como tudo q ela escrevw
=]

Thamires disse...

Por sorte a gente não cresceu.
Amo. (L) ;*